HENRY EM CORVIS - II Final da tarde, uma névoa começa a se espalhar por Corvis. Numa estreita viela, suja e mal iluminada e que termina em uma grade a qual impede alguém de cair no rio, é o local onde Henry se encontra. Conforme caminha um cheiro forte de erva seca queimada invade suas narinas. No final do beco, encostado à parede há um gobber fumando um charuto rústico. Eles barganham sobre a informação que Henry necessita, mas este não sente muita confiança e não fecha o acordo, Bokke então vai embora. Henry por sua vez começa a seguir o gobber. Com a noite caindo e o nevoeiro aumentando, seguir o gobber demonstra ser uma tarefa fácil, porém demorada. A perseguição conduz Henry até uma fábrica abandonada na área da zona portuária; Bokke atravessa o portão e adentra esse local. Entretanto o dia fora cansativo para o perseguidor e ele decide encontrar um local para descansar. BORKUL EM CORVIS - II Após ser contratado, o ajudante de mecânico alavanca os negócios do anão Regan, c...
RESUMO DA 1ª AVENTURA BORKUL EM CORVIS Borkul, após sua saída da companhia, começa a fazer alguns "bicos", ora consertando um gigante ora como guarda-costas. O último serviço que ele prestou acabou levando-o para Corvis, A Cidade dos Fantasmas. Após explanar a guarda quais assuntos vem tratar, ele adentra na cidade e segue a procura de trabalho. Entre suas opções, escolhe ir em uma dica que um dos sentinelas da entrada havia lhe dado, na zona portuária ao invés de seguir para uma filial do sindicato. Ao chegar em tal local ele obtém a informação de que um mecânico chamado Regan estava precisando de ajudantes. ZONA PORTUÁRIA DE CORVIS Na oficina deste mecânico, Borkul vê que o local está completamente desarrumado: peças sobressalentes penduradas em ganchos presos no teto; prateleiras abarrotadas de ferramentas; pistões e carcaças de metal espalhadas pelo chão; vários potes de porcas, pregos e parafusos em diversos lugares; latas contendo óleo, carvão e água acumulad...