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Mostrando postagens de agosto, 2017

PRIMEIRA AVENTURA

RESUMO DA 1ª AVENTURA BORKUL EM CORVIS Borkul, após sua saída da companhia, começa a fazer alguns "bicos", ora consertando um gigante ora como guarda-costas. O último serviço que ele prestou acabou levando-o para Corvis, A Cidade dos Fantasmas. Após explanar a guarda quais assuntos vem tratar, ele adentra na cidade e segue a procura de trabalho. Entre suas opções, escolhe ir em uma dica que um dos sentinelas da entrada havia lhe dado, na zona portuária ao invés de seguir para uma filial do sindicato. Ao chegar em tal local ele obtém a informação de que um mecânico chamado Regan estava precisando de ajudantes. ZONA PORTUÁRIA DE CORVIS Na oficina deste mecânico, Borkul vê que o local está completamente desarrumado: peças sobressalentes penduradas em ganchos presos no teto; prateleiras abarrotadas de ferramentas; pistões e carcaças de metal espalhadas pelo chão; vários potes de porcas, pregos e parafusos em diversos lugares; latas contendo óleo, carvão e água acumulad...

BORKUL, A BESTA

Este ogrun teve um início de vida complicada. Diferente dos demais semelhantes de sua raça, ele não foi criado sob a cultura e muito menos por uma família ogrun. Em sua tenra idade, por motivos desconhecidos, ele foi destituído de seus pais. Não sofrendo as influências da cultura ogrun e não sendo instruído em seus ritos e costumes, ele ficou durante anos, até um pouco mais que sua maturidade, sob a tutela de humanos. E eis que o adjetivo “complicado” demonstra seu sentido. Ogruns em sua sociedade rhúlica ou semelhante tendem a seguirem o que é esperado, ou seja, após chegarem a certa idade, eles aperfeiçoam suas habilidades e conhecimentos com um único objetivo, encontrarem um senhor para jurar sua lealdade e alcançarem o almejado korune; a relação entre vassalo e senhor, na qual o vassalo vai servir o senhor da melhor forma possível, mesmo que isso dependa de sua vida. Bem, nosso ogrun não foi educado nessas singularidades. Pelo contrário, seu vácuo de cultura foi preenchido p...

EDMOND

Um explorador que prestava serviço há um bom tempo sob a bandeira do capitão Caldini Corazo , viu ruir sua fama e seu respeito por conta de uma mentira e da insubordinação de outros. Ele trabalhava com este capitão e sua tripulação há tempos e havia adquirido confiança e respeito deles. Quando estavam em alto mar, voltando de uma missão que não havia dado frutos, uma boa parte da tripulação elaborou um motim, porém infrutífero. No fim do conflito, quando o motim havia sido suprimido, aqueles que haviam participado foram julgados. Os líderes da insurreição foram condenados à penalidade da “cale”, na qual uma corda fora passada por baixo do navio; suas mãos e pés foram atadas e amarradas a essa corda. E por fim, eles foram passados imersos por baixo do navio, de bombordo a estibordo, rasgando suas peles nos afiados crustáceos fixados no casco. Aqueles que não haviam morrido no conflito foram encarcerados e levados à terra. Quando o navio desembarcou no porto, os motineiros foram c...