Pular para o conteúdo principal

PRIMEIRA AVENTURA

RESUMO DA 1ª AVENTURA

BORKUL EM CORVIS
Borkul, após sua saída da companhia, começa a fazer alguns "bicos", ora consertando um gigante ora como guarda-costas. O último serviço que ele prestou acabou levando-o para Corvis, A Cidade dos Fantasmas. Após explanar a guarda quais assuntos vem tratar, ele adentra na cidade e segue a procura de trabalho. Entre suas opções, escolhe ir em uma dica que um dos sentinelas da entrada havia lhe dado, na zona portuária ao invés de seguir para uma filial do sindicato. Ao chegar em tal local ele obtém a informação de que um mecânico chamado Regan estava precisando de ajudantes.

ZONA PORTUÁRIA DE CORVIS

Na oficina deste mecânico, Borkul vê que o local está completamente desarrumado: peças sobressalentes penduradas em ganchos presos no teto; prateleiras abarrotadas de ferramentas; pistões e carcaças de metal espalhadas pelo chão; vários potes de porcas, pregos e parafusos em diversos lugares; latas contendo óleo, carvão e água acumuladas em um canto; além é claro de diversos serviços atrasados.

Regan, um anão sujo de fuligem e cheirando a óleo queimado atende ao Ogrun; após uma rápida conversa entre eles, Borkul é o novo ajudante do mecânico.

GIGANTE A VAPOR DE BORKUL

HENRY EM CORVIS
Henry recebe uma informação de que em Corvis encontraria uma pessoa chamada Meirin e que esta pessoa teria informações sobre o paradeiro de Bors Harley, o assassino de seus pais. Entretanto, para encontrar essa figura ele teria de encontrar um meio de entrar no pior antro de marginais e larápios de Corvis, ele teria de adentrar na Cidade Subterrânea.

Porém, Henry não possuí conhecimento geográfico suficiente sobre Corvis para saber em quais lugares se encontram as entradas para a Cidade Subterrânea. Sendo assim, ele passou um dia inteiro tentando encontrar algum informante que pudesse lhe direcionar. Próximo do fim da tarde, depois de peregrinar por vários locais de Corvis, ele chegou em um bairro periférico da cidade, no qual há uma avenida populosa, com várias barracas vendendo todo tipo de mercadorias, além também do local ser um prostíbulo à céu aberto.


LOCAIS ONDE HENRY PASSOU

Cansado de tanto procurar, muda sua abordagem sutil para uma mais direta; ele tenta obter informações sobre Meirin com uma rameira ou outra, ou mesmo com algum transeunte, mas sua abordagem não é bem sucedida e somente o que consegue é a dispersão das meretrizes e um soco no olho.

Após ele perceber que sua nova atitude não estava surtindo efeito, ele trata de ser mais educado e consegue alguma coisa com um outro passante; este o leva até a um viela formada por prédios altos, com uma movimentação no fundo do beco. Ele adentra apreensivo.

EDMOND NO LÍNGUA DO DRAGÃO - PARTE I
O exílio de Edmond é apenas o princípio de uma reviravolta em sua vida, enquanto antes era uma pessoa conceituada e respeitada, agora nada mais é do que um reles sujeito. Edmond consegue um trabalho de pescador, e passa uma proveitosa temporada no mar. Durante essa pescaria, o capitão Doyle nota que Edmond não é somente um braçal e faz a oferta de estender seu contrato.

Um mecânico de confiança do capitão havia instalado um aparato no deck de peixes, no qual consistia em preservar o sabor e a qualidade do peixe por mais tempo. Como tal, o capitão teve a ideia de vender sua carga em um local onde ela seria tratada com mais importância do que no litoral. Então, o navio junto com Edmond partem para Corvis.

Eles seguem pela Baía de Pedra, depois entram na foz do rio Língua do Dragão, atravessando Cinco Dedos e continuam seguindo rumo a nordeste, rumo a Cidade dos Fantasmas. Após poucos dias, o aparato refrigerante no deck dos peixes apresenta um defeito, não mantendo a temperatura ideal para a conservação. O capitão, com medo de perder sua carga, segue para um vilarejo ribeirinho, onde geralmente peças e diversos tipos de materiais são vendidos para os navegadores do rio.

LUPUS NO LÍNGUA DO DRAGÃO
O filho do capitão Lupus Davalte, após sua partida, ficou em Cinco Dedos esperando o retorno de seu pai. Um ano e meio se passou, porém ele não retornou. Com isso, a frota e o capitão foram dados como mortos e um funeral simbólico foi feito em memória a eles. Porém, como a empreitada foi um fracasso, um clima hostil e pesado pairou no ar com relação ao filho do capitão. Ele, por sua vez, decidiu deixar Cinco Dedos e assumiu o nome de seu pai, agora o filho se chamava Lupus Davalte.

Lupus lembrou-se que seu pai havia acionado alguns de seus contatos para ajudar um fiel pirata à ele a sair dessa vida e seguir um rumo mais honrado. Este ex-pirata tornou-se um político em Corvis e atualmente se encontra no cargo de magistrado, além de ser o mais aceito pelo povo para tornar-se o próximo prefeito.

Ele então, compra uma passagem para um barco luxuoso chamado Estrela da Neve, um tipo de "cruzeiro" que faz o percurso de Corvis-Cinco Dedos para nobres extravagantes. Durante a viagem, Lupus simpaticamente se enturma com alguns aristocratas, participa de suas atividades no navio e faz uma amizade "MUITO" forte com uma viúva velha; seu esposo era um homem do mar e como ela diz, o mar era sua verdadeira esposa, e ela o tragou para si.

EDMOND NO LÍNGUA DO DRAGÃO - PARTE II
O pesqueiro Sereia Despida ancora na vila ribeirinha com o aparato quebrado e o gelo começando a derreter. Várias horas se passam mas não conseguem consertar o equipamento, até que um navio luxuoso subindo o rio também aporta à beira da vila. Os capitães conversam entre si, um preço é estabelecido e peças sobressalentes são trocadas do cruzeiro para o pesqueiro. Consertam completamente o mecanismo, porém esse trabalho só foi finalizado no crepúsculo. Ao cair da noite é permitido que os membros das duas tripulações possam apreciar a comida e a bebida local; alguns vão à terra outros ficam a bordo. Os capitães ficam em seus respectivos navios. Edmond fica no barco conversando com o capitão Doyle; muito irritadiço por sinal, por conta da compra das peças sobressalentes que custaram o olho da cara. Findada a conversa, Edmond segue para sua cabine para descansar.

LUPUS NO LÍNGUA DO DRAGÃO - PARTE II
Envolto em seda, deitado sobre uma cama luxuosa, num quarto feminino adornado de jóias e tapeçarias caras bordadas com fios dourados, Lupus acorda ao lado da nobre senhora que havia feito amizade durante a viagem. Seu nome é Islene, viúva de um almirante de Cygnar, que hoje vive da sua pensão militar. Ele levanta e veste-se, nota que o navio está ancorado em algum lugar e que aparentemente, há alvoroço no salão comunal do navio, talvez um festa de fim de noite. Lupus vai até o lugar e, ao abrir a porta que dá para o salão, ele vê uma cena bizarra:
Pessoas correndo desenfreadas e gritando por socorro para todos os lados; mulheres ensanguentadas chorando; mesas e cadeiras reviradas; cortinas pegando fogo e num canto do salão encontra-se um ser humanoide, de pele escamosa, acobreada e úmida, refletindo as luzes do salão. Barbatanas crescem de membros e de sua cabeça, seus olhos são bulbosos e vítreos. Ele estoca constantemente um tipo de lança rústica, formada por madeira e ossos afiados em um dos membros da tripulação.
Lupus então, tranca a porta de acesso para o quarto de Islene e vai em busca de suas armas.

TIPO DE MONSTRO QUE ATACOU OS BARCOS E O VILAREJO

EDMOND NO LÍNGUA DO DRAGÃO - PARTE III
Edmond, com o balanço do barco, cai de sua cama e acorda, ele escuta gritos e passos agitados no convés. Ele recolhe suas armas e segue para fora da cabine, em direção a algazarra; ao chegar no convés, ele vê o capitão Doyle atirando com sua pistola e brandindo sua espada em figuras que tentam subir no barco, dois deles se encontram aos pés do capitão. Ao ver Edmond ele o xinga e diz para que ajude a defender o barco; Edmond vai em seu auxílio e vê que o ataque é efetuado por muitas dessas criaturas, uma parte está atacando o cruzeiro e a outra está trucidando o vilarejo ribeirinho.

MARINHEIROS NA VILA RIBEIRINHA - PARTE I
Quando o problema do pesqueiro Sereia Despida foi resolvido, o capitão Doyle permitiu que os tripulantes desembarcassem e se divertissem na taverna da vila. Com exceção de Edmond, todos se encontravam no bar lotado de pessoas, alguns eram moradores, outros faziam parte da tripulação do cruzeiro. Bebida é servida e uma cantoria improvisada alegra o lugar, vez ou outra ocorre um desentendimento ou uma discussão, mas nada grave. No decorrer da noite, com as pessoas já alteradas pela bebida, gritaria é ouvida do lado de fora, um infeliz curioso abre a porta e neste momento, uma arma pontiaguda é atravessada em sua barriga. Ele é suspenso, isso permite que as pessoas no bar vejam que o atacante é um ser monstruoso, regozijando-se com o sangue que cai em seu corpo.
Frederico e Popeye sacam suas pistolas e atiram no bicho, em sequência, as pessoas começam a sair para a rua, os marinheiros do pesqueiro vão em seguida.

LUPUS NO LÍNGUA DO DRAGÃO - PARTE III
Após pegar suas armas, Lupus retorna pelo salão, vê várias pessoas trucidadas mas continua seu percurso em direção a cabine de Islene. Ele a vê acordada e aterrorizada, os olhos marejados de lágrimas. Lupus a acalma, coloca uma boia nela e a joga pela janela, em direção a água; ele pula em seguida e a leva para a margem mais próxima. Em terra, Lupus analisa a situação, eles vêem o cruzeiro tomado em chamas e tombando em direção a água; atrás do navio está um barco menor mas com melhores condições e a única coisa que está em seu caminho é um conflito que ocorre entre o povo ribeirinho e essas criaturas. Ele aposta em correr até o barco pesqueiro.

DO CONVÉS A MARGEM E DEPOIS AO CONVÉS
Na confusão da batalha na margem, muitas pessoas são mortas por essas criaturas; com exceção de Frederico e Popeye, todos os tripulantes do pesqueiro que estavam em terra são mortos. Os dois marinheiros sobreviventes vêem uma brecha no caminho para o barco mas preferem ficar e lutar. Edmond recebe ordens do capitão para buscar a tripulação e zarpar com o barco. Descendo pela prancha ele vê Frederico e Popeye e tenta trazê-los de volta ao barco. Em desenfreada fuga, atirando para um lado e golpeando com a espada para outro, à frente do grupo, 4 criaturas bloqueiam a subida para o barco.

O primeiro a atacar esse grupo de monstros é Lupus, que já vinha em fugindo em direção ao pesqueiro, acertando com sua espada. Em seguida, Edmond atira em um deles, porém a bala pega de raspão e quase simultaneamente Frederico desfere um tiro certeiro nesta mesma criatura. Popeye com um tiro melhor, acerta em cheio uma outra besta, causando sua morte instantânea.
O monstro que Lupus atacou revida e erra, mas baixa sua guarda permitindo que Davalte ataque-o novamente, ceifando sua vida. Um ser que estava próximo desse conflito segue em direção a Lupus e o acerta furiosamente. A 3ª e última criatura corre em direção a Edmond com sua lança, mas quando ele estava prestes a acertá-lo Edmond se esquiva e afasta-se do humanoide.
Davalte por sua vez mata seu algoz e corre para o ser que atacara Edmond, acertando-o com sua espada e acabando com mais um inimigo.

Com o caminho livre, Edmond, Lupus e Islene, não esquecendo de Frederico e Popeye, sobem ao barco. Lupus, ao colocar os pés no barco, como um bom capitão respondendo ao perigo, dá ordens de praxe aos marinheiros. Porém suas ordens são interrompidas quando todos deparam-se com mais duas monstruosidades estocando as lanças em um corpo estendido no convés, transformando-o em uma massa amorfa de sangue e bile. Lupus sobe para a cabine de comando para dar partida no barco, levando Islene consigo.

Edmond dispara duas vezes, o 1º acerta em cheio, porém o 2º erra. Este mesmo monstro chega perto de Edmond, cambaleando por conta do tiro, ataca e erra o pescador. O outro ser investe com sua lança em popeye mas erra miseravelmente. Lupus chega a cabine e começa a controlar o barco, a sua frente está o cruzeiro em chamas, ele manobra e toca o pesqueiro em direção ao norte. Com a arrancada, Frederico e um dos atacantes vai ao chão mas Edmond, Popeye e o outro atacante não. Edmond aproveita a oportunidade e ataca, mas se desequilibra e erra, mas como todo bom marinheiro que é acostumado com o balanço do navio, ele se recompõe e ataca novamente acertando o monstro e findando sua vida. Frederico levanta-se e Popeye atira no bicho que esta ao chão, mas não é um tiro bem preciso; o monstro levanta-se. Lupus, da cabine acima, após tirar o barco do local, olha a situação do convés e lança sua espada em direção ao monstro, cravando em suas costas a espada.

O pesqueiro Sereia Despida segue subindo o rio, deixando para trás o que um dia fora um vilarejo e um navio abastado de gente rica. Os tripulantes sobem para a cabine, uma conversa acalorada é efetuada entre os marinheiros e o novo capitão, ordens são dadas, Islene é levada a cabine do capitão e o barco segue em direção a Corvis. Edmond explica a razão do porque eles estarem seguindo para Corvis e Lupus vê que ele não é um simples navegador, entretanto, ao ouvir o nome do capitão, Edmond relembra várias histórias que já ouvira sobre ele. Eles descobrem que há um clandestino no barco, um almofadinha do outro barco que conseguiu chegar ali, seu nome é Aldous.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

SEGUNDA AVENTURA

HENRY EM CORVIS - II Final da tarde, uma névoa começa a se espalhar por Corvis. Numa estreita viela, suja e mal iluminada e que termina em uma grade a qual impede alguém de cair no rio, é o local onde Henry se encontra. Conforme caminha um cheiro forte de erva seca queimada invade suas narinas. No final do beco, encostado à parede há um gobber fumando um charuto rústico. Eles barganham sobre a informação que Henry necessita, mas este não sente muita confiança e não fecha o acordo, Bokke então vai embora. Henry por sua vez começa a seguir o gobber. Com a noite caindo e o nevoeiro aumentando, seguir o gobber demonstra ser uma tarefa fácil, porém demorada. A perseguição conduz Henry até uma fábrica abandonada na área da zona portuária; Bokke atravessa o portão e adentra esse local. Entretanto o dia fora cansativo para o perseguidor e ele decide encontrar um local para descansar. BORKUL EM CORVIS - II Após ser contratado, o ajudante de mecânico alavanca os negócios do anão Regan, c...

EDMOND

Um explorador que prestava serviço há um bom tempo sob a bandeira do capitão Caldini Corazo , viu ruir sua fama e seu respeito por conta de uma mentira e da insubordinação de outros. Ele trabalhava com este capitão e sua tripulação há tempos e havia adquirido confiança e respeito deles. Quando estavam em alto mar, voltando de uma missão que não havia dado frutos, uma boa parte da tripulação elaborou um motim, porém infrutífero. No fim do conflito, quando o motim havia sido suprimido, aqueles que haviam participado foram julgados. Os líderes da insurreição foram condenados à penalidade da “cale”, na qual uma corda fora passada por baixo do navio; suas mãos e pés foram atadas e amarradas a essa corda. E por fim, eles foram passados imersos por baixo do navio, de bombordo a estibordo, rasgando suas peles nos afiados crustáceos fixados no casco. Aqueles que não haviam morrido no conflito foram encarcerados e levados à terra. Quando o navio desembarcou no porto, os motineiros foram c...